Título
X
 
 


ANA LAUREANO ALVES (Cascais, 1984) é licenciada e mestre em Arquitectura pela Universidade do Minho (2008). Em 2009–2010 viveu e trabalhou em Paris. Actualmente é profissional liberal.



ANA VAZ MILHEIRO, docente no Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa e na Universidade Autónoma de Lisboa. É doutorada pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. Publicou A Construção do Brasil, relações com a cultura arquitectónica portuguesa (Faup-publicações, 2005) e A Minha Casa é um Avião (Relógio d'água, 2007).



ANDRÉ TAVARES (Porto, 1976) é arquitecto pela Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (2000), e autor dos livros Arquitectura antituberculose (Faup-publicações, 2005),Os Fantasmas de Serralves (Dafne, 2007), Novela Bufa do Ufanismo em Concreto (Dafne, 2009) e Duas obras de Januário Godinho em Ovar (Dafne, 2012). Foi director doJornal Arquitectos (2013-2015) e, com Diogo Seixas Lopes, curador geral da Trienal de Arquitectura de Lisboa 2016.



ANTÓNIO BAPTISTA COELHO (Sítio da Nazaré, 1956) é arquitecto pela Escola Superiorde Belas Artes de Lisboa, doutor pela Faculdade de Arquitectura da Universidade doPorto, investigador principal com habilitação no Núcleo de Arquitectura e Urbanismodo Laboratório Nacional de Engenharia Civil, presidente da direcção do Grupo Habitare vice-presidente da Nova Habitação Cooperativa. Publica regularmente e é editordo blog-revista http://infohabitar.blogspot.com.



ANTÓNIO OLAIO (Sá da Bandeira, 1963) formou-se na Escola Superior de Belas Artes do Porto em 1987 e doutorou-se no Departamento de Arquitectura da Universidade de Coimbra em 2000.



ÁLVARO DOMINGUES (Melgaço, 1959) é geógrafo e professor na Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, onde também é investigador no CEAU-Centro de Estudos de Arquitectura e Urbanismo. Para além das suas funções docentes na Universidade do Porto e noutras universidades publica com regularidade sobre temáticas relacionadas com a geografia urbana, o urbanismo e a paisagem. Das suas obras mais recentes, para além de A Rua da Estrada, destacam-se Políticas Urbanas I e Políticas Urbanas II (com Nuno Portas e João Cabral, Fundação Calouste Gulbenkian, 2003 e 2011), Cidade e Democracia (Argumentum, 2006).



BERNARDO RODRIGUES (Ponta Delgada, 1972), arquitecto pela Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (1996) e Columbia University, New York (1999). Tem atelier próprio no Porto desde 2001. Desde 2006 desenvolve em Harvard um plano para arquitectura sustentável com projectos na China e nos EUA.


DIOGO SEIXAS LOPES (1972-2016), arquitecto pela Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa (1996). Foi um dos directores e editores da revista Prototypo (1999–2004). Co-autor, com Nuno Cera do livro Cimêncio (Fenda, 2002) e comissário das exposições João Mendes Ribeiro (2005) e Aires Mateus: Arquitectura (2005). Foi professor no departamento de arquitectura da Universidade Autónoma de Lisboa (2000–2005). Trabalha como arquitecto em Lisboa, em parceria com Patrícia Barbas.



DOMINGOS TAVARES (Ovar, 1939) é arquitecto e Professor Emérito da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, onde ensinou desde 1985 a disciplina que deu origem às Sebentas de História da Arquitectura Moderna publicadas pela Dafne Editora desde 2003. Autor dos livros Da Rua Formosa à Firmeza (Faup, 1985) e Francisco Farinhas Realismo Moderno (Dafne, 2007).



DUARTE BELO (Lisboa, 1968). Iniciou actividade como arquitecto e desde 1989 trabalha como fotógrafo. Tem levado a cabo um levantamento fotográfico sistemático da paisagem portuguesa, tendo publicado vários livros sobre o tempo e a forma do território português. www.duartebelo.com



EDUARDO SOUTO DE MOURA


GABRIELE BASILICO (Milão, 1944-2013) é um dos mais notáveis fotógrafos documentaristas europeus e tem privilegiado como campo de trabalho a paisagem industrial e urbana. Entre os seus principais livros e trabalhos destacam-se Milano. Ritratti di fabbriche (1981) Bord de mer (1990) Porti di mare (1990) Beirut (1991) Sezioni del paesaggio italiano (1996) Scattered City (2005).



GEORGES DIDI-HUBERMAN (n. 1953), filósofo e historiador, lecciona "antropologia do visual" na École des Hautes Études en Sciences Sociales, Paris. Autor de uma vasta obra da qual se destacam os livros Invention de l'hystérie. Charcot et l'iconographie photographique de la Salpêtrière (1982), Devant l'image. Question posée aux fins d'une histoire de l´art (1990), Fra Angelico. Dissemblance et figuration (1990), Ce que nous voyons, Ce qui nous regarde (1992), sobre Aby Warburg L´Image survivante (2002), Survivance des lucioles (2009), e também obras sobre Bataille, Botticelli, Brecht, Giacometti, Marey, Turrell, Pasolini, arte, objectos e temas antropológicos, fotografia e cinema, teoria e método traduzidas em várias línguas.



GODOFREDO PEREIRA (Porto, 1979), arquitecto (Faup, 2004), Mestrado AVATAR pela Bartlett School of Architecture (Londres, 2006). Co-fundador do colectivo artístico Aculturavemagalope. Vive e trabalha em Londres.


GONÇALO M. TAVARES (1970). Publicou a sua primeira obra em 2002. Tem recebidovários importantes prémios (Prémio de Literatura do Brasil/Portugal Telecom 2007;Prémio José Saramago 2005; Prémio LER/Millennium BCP 2004; Prémio Branquinho da Fonseca/Fundação Calouste Gulbenkian — Jornal Expresso; Prémio Revelação de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores; Grande Prémio de Conto da Associação Portuguesa de Escritores Camilo Castelo Branco). Estão em curso edições e traduções de dezasseis dos seus livros em quinze países.



GUILHERME WISNIK é arquitecto e ensaísta. Publicou os livros Lucio Costa (Cosac Naify, 2001) e Caetano Veloso (Publifolha, 2005), além de ensaios como «Doomed to Modernity» em Brazil’s Modern Architecture (Phaidon Press, 2004). É professor na Universidade Anhembi Morumbi e colunista do jornal Folha de São Paulo



HANS BELTING (1935), historiador de arte, Professor Jubilado pela Hochschule für Gestaltung Karlsruhe, é especialista na imagem da Imagem Média, Reforma e Contemporânea, Ocidental e não-Ocidental e autor de obras tão influentes quanto Das Ende der Kunstgeschichte? (O Fim da História da Arte?, 1983), Bild und Kult. Eine Geschichte des Bildes vor dem Zeitalter der Kunst (Imagem e Culto. História das Imagens antes da Época da Arte, 1990) Bild-Anthropologie: Entwürfe für eine Bildwissenschaft (Antropologia da Imagem, 2001).



INÊS MOREIRA (Porto, 1977), arquitecta (FAUP, Porto, 2001) e mestre em Teoria da Arquitectura e Cultura Urbana (UPC, Barcelona, 2003). Tem desenvolvido produções, comissariados, montagens de exposições e edição de projectos culturais, institucionais e independentes. Co-fundadora da Associação Cultural Plano 21.



ISABEL LOPES CARDOSO (Luanda, 1962). Licenciada em História pela Universidade Nova de Lisboa (1985), mestre em História da Arte pela Universidade de Sorbonne – Paris IV (1991), doutorada em História da Arte pela Universidade Nova de Lisboa (2009). É bolseira de Pós-Doutoramento pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia, no Centro de História da Arte e Investigação Artística da Universidade de Évora. Publica regularmente em França, Portugal, Alemanha, Bélgica, nas suas áreas de trabalho: história da arte, história das representações, paisagem, migrações, viagem, memórias, identidades.



JACQUES RANCIÈRE (n. 1940), filósofo, Professor Emérito de Estética e Política na Universidade de Paris VIII, publicou inúmeras obras nestes domínios, de que se destacam Le Maître ignorant. Cinq leçons sur l’émancipation intellectuelle (1987, 2004), La Mésentente. Philosophie et politique (1995), Estética e Política: A Partilha do Sensível (fr. 2000, pt. 2010), L’Inconscient esthétique (2001) e O Espectador Emancipado (fr. 2008, pt. 2010). O encontro e divergência de Althusser constitui uma etapa fundamental na formação desta figura cimeira da filosofia política. Em La Mésentente repercorre textos e temas canónicos do pensamento político, argumentando que o aspecto fundador da democracia é o desentendimento, quanto aos protagonistas, temas e termos do jogo político. A política democrática é, pois, encarada como a incessante disputa quanto ao recorte, ou partilha, do sensível. Não obstante, na presente época do consenso - e alheamento - político, é no campo da arte e cultura contemporânea, em domínios tais como a literatura, teatro, artes visuais e cinema, que Rancière reconhece o terreno em que o recorte do sensível é objecto da mais intensa disputa e profunda reelaboração. É em Le Partage du sensible. Esthétique et politique (Estética e Política) que o autor articula política e estética, assinando um título maior da reflexão estética contemporânea. Com efeito, é aqui que Rancière caracteriza os três regimes estéticos ("ético", "representativo" e "estético"), procedendo ao levantamento sistemático das operações imanentes aos mesmos, démarche que o leva, muito para além de noções como a de "modernidade", a repensar a habitual distinção linguagem/imagem e a tendência para identificar a imagem com o visível, recenseando efeitos de imagem no interior do texto literário (p.ex. a descrição, que interrompe a narração), bem como as mais diversas formas de entrelaçamento do dizível com o visível.



JOANA MELLO (São Paulo, 1972) é formada pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (1997) e mestre pelo Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo (2005). Desde 2004 é professora de História da Técnica, Arte e Arquitetura do Brasil na Escola da Cidade em São Paulo.



JOÃO CARLOS PIRES BRIGOLA (Lisboa, 1955). Licenciado em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (1977) e doutorado em História/Museologia pela Universidade de Évora (2001). Autor do livro Colecções, gabinetes e museus em Portugal no séc. XVIII (FCG-FCT, 2003). É professor na Universidade de Évora e na Universidade Nova de Lisboa e Director do Instituto Português de Museus.



JOÃO LUÍS CARRILHO DA GRAÇA (Portalegre, 1952). Licenciou-se em arquitectura pela Escola Superior de Belas Artes de Lisboa em 1977, ano em que deu início à sua actividade profissional em Lisboa. Entre as muitas distinções que recebeu, destacam-se o Prémio AICA Associação Internacional dos Críticos de Arte em 1992, a Ordem de Mérito da República Portuguesa em 1999, o Prémio Pessoa em 2008, o título de Chevalier des Arts et des Lettres pela República Francesa em 2010, e a International Fellowship do Royal Institute of British Architects em 2015.



JOÃO LUÍS CARRILHO DA GRAÇA was born in 1952, and graduated in architecture from the Lisbon School of Fine Art in 1977, the year when he launched his professional activity in Lisbon. He has been distinguished with many honours and awards, including the International Art Critics’ (AICA) Prize in 1992, the Order of Merit of the Portuguese Republic in 1999, the Pessoa Prize in 2008, the title of Chevalier des Arts et des Lettres of the French Republic in 2010, and an International Fellowship of the Royal Institute of British Architects in 2015.

 



JOÃO ROSMANINHO D. S. (Lisboa, 1979), arquitecto pela Universidade do Minho, 2002, estudou no Istituto Universitario di Architettura di Venezia, 2001–2002, e concluiu o mestrado em Ciências da Comunicação na Universidade Nova de Lisboa, 2009. É docente na Escola de Arquitectura da um desde 2002. Tem desenvolvido projectos nas áreas do audiovisual e da escrita, estando actualmente a preparar a gravação de um disco, com a banda que formou com as suas duas irmãs. Vive e trabalha entre Guimarães, Lisboa e Vila Nova de Milfontes.



JOÃO SOARES (1974), arquitecto pela Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (1998) e Dottore di ricerca pelo Istituto Universitario di Arquitettura di Venezia (2004). É docente no Curso de Arquitectura da Universidade de Évora e investigador do Centro de História da Arte e Investigação Artística (chaia).



JORGE FIGUEIRA


JOSÉ CAPELA (Moçambique, 1969), arquitecto (FAUP, 1995), foi colaborador do Atelier 15 (1996-2000) e leccionou na Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (1999-2000) e no Departamento Autónomo de Arquitectura da Universidade do Minho (desde 2000). Prepara tese de doutoramento sobre arquitectura e conceptualismo. É co-fundador, co-director artístico e cenógrafo da mala voadora.



JOSÉ NEVES (Lisboa, 1963), arquitecto, iniciou a actividade profissional como colaborador dos arquitectos Duarte Cabral de Mello e Maria Manuel Godinho de Almeida e participou em diversos trabalhos com o arquitecto Vítor Figueiredo. Abriu atelier próprio em 1991 e recebeu, entre outros, o Prémio Secil de Arquitectura em 2012. É professor de arquitectura em várias universidades de Lisboa desde 1988.



LEONARDO FINOTTI. É um artista Brasileiro e um dos mais proeminentes fotógrafos de arquitectura contemporânea. O seu trabalho tem sido apresentado em inúmeras exposições e publicado nas principais revistas da especialidade.

 



LUÍS SANTIAGO BAPTISTA (Lisboa, 1970). É arquitecto pela FA-UTL e doutorando em Cultura Arquitectónica e Urbana no DARQ-UC. Professor e investigador, é director da revista de arquitectura e arte arqa. Foi curador e co-comissário de várias exposições, entre as quais “Falemos de casas”… em Portugal (Trienal de Arquitectura de Lisboa, 2010) e ARX arquivo (Centro Cultural de Belém, 2013). É autor do projecto Modern Masterpieces Revisited.

 



LUÍS URBANO (Coimbra, 1972) formou-se no Departamento de Arquitectura da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra em 1998. É docente da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto desde 1999. Prepara doutoramento sobre a arquitectura dos conventos femininos.



MIGUEL FIGUEIRA (Coimbra, 1969) arquitecto pela Faculdade de Arquitectura da Universidadedo Porto (1993) foi profissional liberal em Lisboa (1993–1997) e coordenou o Gabinete Técnico Local de Montemor-o-Velho (1997–2002). Actualmente é arquitecto em Montemor-o-Velho.



MIGUEL MARCELINO (Ponta Delgada, 1981). Estudou música no Instituto Gregoriano de Lisboa (1993/98). Arquitecto pela Universidade Autónoma de Lisboa (2005). Prémio Secil de Arquitectura – Universidades (2005). Colaborou com Herzog & de Meuron (Basileia, 2003/04) e Bonell & Gil (Barcelona, 2005/07). Desde 2008 vive e trabalha em Lisboa.



NUNO ABRANTES (Porto, 1976), arquitecto pela Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (2000). Colaborou com os arquitectos Paulo Mendes da Rocha (1999) e Álvaro Siza (2000–2003). Desde 2001 é profissional liberal, no Porto.



PAULO MOREIRA (Porto, 1980), arquitecto (FAUP, 2005). Estudou na Accademia di architettura em Mendrisio (2002/03), estagiou com Herzog & de Meuron em Basileia (2003/04), trabalhou como freelancer em Barcelona (2005/07) e iniciou doutoramento no Department of Architecture and Spatial Design, London Metropolitan University (2009/10).


PEDRO BAÍA (Coimbra, 1980) é arquitecto pelo DARQ (2005). Actualmente, prepara tese de doutoramento sobre a recepção do Team 10 na cultura arquitectónica portuguesa. É co-fundador da Circo de Ideias e da PechaKucha Night Porto. Foi comissário do projecto Berlim: Reconstrução Crítica (2008). É editor de Arquitectura da Artecapital – Magazine de Arte Contemporânea, desde 2008.



PEDRO BANDEIRA (1970) formou-se na Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto em 1996 e concluiu o mestrado Metropolis em Barcelona em 2000. É docente no Departamento Autónomo de Arquitectura da Universidade do Minho.



PEDRO FIORI ARANTES, formado na Faculdade de Arquitectura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, produziu investigação sobre as políticas urbanas do Banco Mundial e do Banco Interamericano para a América Latina. É autor do livro Arquitetura Nova (Editora 34, 2002) e organizou a colectânea de ensaios críticos do arquitecto Sérgio Ferro, Arquitetura e trabalho livre (CosacNaify, 2006). É coordenador da organização não-governamental usina que presta assessoria técnica em projectos de habitação.



PEDRO GADANHO reside em Lisboa e divide a sua actividade entre arquitectura, curadoria, crítica e docência universitária. É editor da Beyond, Short Stories on the Post-Contemporary, publicada pela Sun Architecture desde 2009. É professor na Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, foi comissário das exposições Post-Rotterdam, Influx-Metaflux, Space Invaders e Pancho Guedes, An Alternative Modernist. Edita regularmente o seu blog shrapnelcontemporary.wordpress.com



PEDRO LEVI BISMARCK (Praia da Granja, 1983) é licenciado pela Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto. Estudou e trabalhou em Berlim durante dois anos. Escreve regularmente para revistas e magazines online. Organizou a co-organizou diversas iniciativas no âmbito da arquitectura, cidade e cultura urbana. Trabalha e vive no Porto onde está actualmente a preparar o seu doutoramento.



PHILIP URSPRUNG


RUI J. G. RAMOS (Viana do Castelo, 1961) é arquitecto e professor na Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto. É doutorado com tese sobre a arquitectura portuguesa doméstica (Faup, 2005). Conduz investigação sobre a casa e as formas de habitar, com diversos trabalhos publicados.



SUSANA LOURENÇO MARQUES (Caldas da Rainha, 1975), designer pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (1999), com mestrado em Ciências da Comunicação pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (2007). É docente na FBAUP desde 2003. Desenvolve o seu trabalho de colecção, edição e navegação entre Porto e Ibiza.



SUSANA VENTURA (Coimbra, 1978), formou-se no Departamento de Arquitectura da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra em 2003. Actualmente prepara dissertação de Doutoramento sobre o corpo sem órgãos da arquitectura na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.



VASCO MELO (Lisboa, 1975) é arquitecto pela Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (2003). Frequentou o Instituto Universitario di Architettura di Venezia (2000-2001) e a Accademia di Architettura di Mendrisio (2005-2006).



VÍTOR MANUEL OLIVEIRA DA SILVA (Caracas, 1959) formou-se na Escola Superior de Belas Artes do Porto (1983) e doutorou-se na Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (2000). Publicou Ética e Política do Desenho. Teoria e Prática do Desenho na Arte do Século XVII (2004) e foi comissário da exposição Esperando o Sucesso: impasse académico e modernismo de Henrique Pousão (2009).

Se pretende receber novidades da Dafne Editora, subscreva o nosso correio electrónico.

Subscrever