A publicar
26
Pedro Baía
Autorismos

Será que a linguagem do discurso sobre arquitectura exige uma "actualização glossária" da língua portuguesa?

25
Ana Laureano Alves
Arquitectura Vende-se!

O que é um autor em arquitectura? E para que serve um arquitecto autor?

24
Luís Santiago Baptista
Zaha Hadid na Máquina do Espaço Tempo

ZH é uma arquitecta confiante. Será que a sua obra se pode inscrever nas esperanças abertas pela modernidade arquitectónica? 

23
Diogo Seixas Lopes
Tendenza, o som da confusão

Qual o papel das palavras na arquitectura? Este texto é sobre uma palavra em particular: Tendenza.

22
João Rosmaninho D. S.
Até ao último quarto

Se o contexto urbano e o espaço de habitar geram a nossa identidade, o que acontece quando nos perdemos na cidade ou em casa?

21
Paulo Moreira
Regresso ao Passado

Qual o lugar da arquitectura? E que memória escolher para pensar um projecto? E quando queremos ir a África, que fazer?

20
Susana Lourenço Marques
Falso acaso e possível coincidência

Dizem que parecia mesmo verdade, só não sabiam se seria mais real a afirmação ou a dúvida, independentemente do sentido!

19
Pedro Levi Bismarck
Le décollage du ZYX24

Será que a escrita nos pode suspender sobre a realidade?

18
António Baptista Coelho
Entre casa e cidade

Se as cidades são feitas com casas, como se poderão construir casas que resultem em cidades confortáveis e qualificadas?

17
Miguel Marcelino
A beleza invisível das coisas

Se há uma arquitectura que privilegia as emoções, existe também uma crítica que procura indentificar o seu modo de operar.

16
Bernardo Rodrigues
Architecture or Suicide

Numa divagação oriental em inglês, o arquitecto interroga-se sobre as coordenadas do seu sucesso e a angústia da sua prática.

15
Ana Vaz Milheiro
As coisas não são o que parecem que são

Entre três continentes, Europa, África e América, é possível tecer uma teia de relações cruzadas na produção da arquitectura.

14
Gonçalo M. Tavares
Arquitectura, Natureza e Amor

Entre a dificuldade e o prazer, a ambição da arquitectura não pode abandonar a esperança e ética do amor.

13
Nuno Abrantes
739h/m2

A vida de arquitecto é repleta de emoções. Como ultrapassar a dimensão épica do processo de projecto e construção da obra?

12
João Soares
O suporte da moral difusa

O que se considera «suporte» para o projecto e obra de arquitectura? E como pode essa obra tornar-se, por sua vez, suporte?

11
Pedro Fiori Arantes
O lugar da arquitectura num «planeta de favelas»

A pobreza na América Latina tem gerado várias respostas para o problema da habitação. O que fazer perante o problema

10
Miguel Figueira
A minha casa em Montemor

Numa obra transformada em laboratório experimental, haverá melhor crítico de arquitectura que o próprio habitante?

9
Guilherme Wisnik
Niemeyer: Leveza não tectónica

Para além da celebração do centenário, a obra de Oscar Niemeyer merece uma revisão crítica atenta. Por onde se pode começar?

8
Susana Ventura
O Ovo e a Galinha

Quem não desenhou uma capoeira? Mas se a galinha, ou o ovo, são especiais, como o fazer?

7
Inês Moreira
Petit Cabanon

Reinventar criticamente o retiro de Le Corbusier sugere a invenção de uma plataforma para acolher múltiplas aspirações.

6
Luís Urbano
Dupli_cidade e a flânerie contemporânea

Entre recusar o urbano e inebriar-se no coração da multidão será possível dar sentido às dicotomias da cidade contemporânea?

5
Rui J. G. Ramos
Elenco para uma arquitectura doméstica

Que consequências retirar da observação de sinais de contemporaneidade que interpretam a tradição com originalidade?

4
André Tavares
As pernas não servem só para andar

Que destino escolher? Entre as angústias da prática e a mitologia da viagem, sobra algum lugar cuja visita o mereça?

3
Godofredo Pereira
Delírios de Poder

A arquitectura é ainda subestimada e é-o principalmente pelo arquitecto, agarrado à certeza do fundamento disciplinar.

2
Pedro Gadanho
Para que serve a arquitectura?

A resposta esconde um programa ideológico: reiterar a função critica e interpretativa da arquitectura perante o todo social.

1
José Capela
0 + 6 Possibilidades

Entre a prática tecnocrática ou de lógicas de mercado e a sofisticação formal inócua,que optimismo resta para a arquitectura?

Opúsculos é uma colecção de pequenas obras de autores portugueses onde se dão a conhecer diferentes perspectivas contemporâneas sobre a Arquitectura, a sua prática e teorias e o que se pensa e debate em Portugal.
A linha editorial não corresponde a nenhum "tema" e não oferece nenhum "estímulo" para fazer convergir os diferentes autores num programa comum. A cada autor pede-se apenas um "Opúsculo" que constituirá um número.
Esse texto pode ser um ensaio nunca publicado, um texto que sempre se teve a ambição de escrever e nunca se levou a cabo por falta de oportunidade, uma ideia que expressa noutra circunstância de um modo condicionado.
Pode inclusivamente decorrer de outro formato mais desenhado, colorido ou exótico. Será que ao percorrer de forma desordenada diferentes sensibilidades e posturas vão emergir valores comuns? Ou será que, pelo contrário, vai ser impossível coordenar e encontrar linhas de coerência entre diferentes autores? Esta colecção em aberto poderá permitir aferir algumas destas dúvidas.
Os 26 Opúsculos foram publicados entre Fevereiro de 2007 e Fevereiro de 2011 e estão disponíveis gratuitamente em PDF através desta página.



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