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Dimensões: 16p., 15,0x22,5
Edição: Dafne Editora, Porto
Data: Julho de 2008
DL: 246357/06
ISBN: 1646-5253
Preço: Gratuito
Ana Vaz Milheiro
As coisas não são o que parecem que são
Arquitectura brasileira na África portuguesa (1953–75)


A necessidade de se tratar num plano específico a arquitectura praticada nos territórios africanos é contemporânea da vulgarização do discurso moderno em Portugal. É do lado dos «internacionalistas» que se discute a figura do Arquitecto Colonial no I Congresso Nacional de Arquitectura de 1948. Não há confrontação estilística, como acontece noutros debates, e a capacidade de mobilização parece pouco expressiva apesar das teses apresentadas na única comunicação sobre o tema serem votadas e incluídas nas conclusões. Os pontos elencados recaem sobre o exercício profissional. João Simões em «A profissão de Arquitecto nas Colónias» lamenta a inexistência generalizada de «uma arquitectura funcional, bem resolvida a que fosse possível chamar a nossa Arquitectura colonial», para marcar uma posição corporativa, exigindo «a criação de condições que permitam a… fixação [de arquitectos] nas Colónias».

[...]

ANA VAZ MILHEIRO, docente no Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa e na Universidade Autónoma de Lisboa. É doutorada pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. Publicou A Construção do Brasil, relações com a cultura arquitectónica portuguesa (Faup-publicações, 2005) e A Minha Casa é um Avião (Relógio d'água, 2007).



Catedral de Brasília fotografada por Pancho Guedes em 1961.

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