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Dimensões: 20p., 15,0x22,5
Edição: Dafne, Porto
Data: Junho de 2010
DL: 246357/06
ISBN: 1646-5253
Preço: Gratuito
Design: granja
Diogo Seixas Lopes
Tendenza, o som da confusão


Qual o papel das palavras na arquitectura?
«Elas esperam por leitores que libertem, de novo, a sua energia. A interpretação conduzirá essa energia em direcção a um certo destino e o sentido original das palavras juntar-se-á com o de outras, trazidas pela leitura. (...)
Este texto é sobre uma palavra em particular: Tendenza. Parafraseando o escritor americano Raymond Carver, procura responder a uma pergunta: de que falamos quando falamos de Tendenza? Para tal, faz um breve levantamento filológico das fontes associadas à palavra. Não pretende resgatar nenhuma verdade, se é que alguma vez ela existiu. Em vez disso, apresenta várias definições de Tendenza bem como as suas discrepâncias. (...)
Em última análise, o uso destas citações procura confrontar a ambiguidade intrínseca ao conceito com a prosa interminável que foi escrita a seu respeito. E indagar se, neste caso, a teoria de arquitectura não foi vítima do «som da confusão». Havia sequer outra hipótese?
(...)»

DIOGO SEIXAS LOPES (1972-2016), arquitecto pela Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa (1996). Foi um dos directores e editores da revista Prototypo (1999–2004). Co-autor, com Nuno Cera do livro Cimêncio (Fenda, 2002) e comissário das exposições João Mendes Ribeiro (2005) e Aires Mateus: Arquitectura (2005). Foi professor no departamento de arquitectura da Universidade Autónoma de Lisboa (2000–2005). Trabalha como arquitecto em Lisboa, em parceria com Patrícia Barbas.



Canaletto, Capriccio, 1755–1759

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