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Uma noticia feliz
Pedro Gadanho no MoMA

25 de Dezembro de 2011



A Dafne ficou muito feliz com a notícia da nomeação de Pedro Gadanho como curator para a Arquitectura Contemporânea do Departamento de Arquitectura e Design do MoMA, em Nova Iorque. A Dafne não quer deixar de tornar público o seu júbilo e de dar os sinceros parabéns ao Pedro Gadanho, desejando-lhe os maiores sucessos no novo cargo.
A notícia fecha com chave de ouro o ano 2011 que começou, precisamente, com o lançamento do livro Arquitectura em Público, da autoria de Pedro Gadanho, uma crítica cultural à presença da arquitectura nas páginas do jornal Público. Se ainda não o leu, eis uma boa desculpa para olhar de novo para o livro.

Aproveitamos esta motivação para desejar a todos os nossos leitores e amigos um óptimo 2012. Que novos e velhos livros sejam razão para avançarmos.

 

Eduardo Souto de Moura
Atlas de Parede, Imagens de M�todo

8 de Dezembro de 2011



Dia 8 de Dezembro, ainda feriado, pelas 18H00, vai ser finalmente apresentado o tão esperado livro Eduardo Souto de Moura: Atlas de Parede, Imagens de Método, editado por Pedro Bandeira e André Tavares com textos de Philip Ursprung, Diogo Seixas Lopes, Pedro Bandeira e Eduardo Souto de Moura.

Como é que um arquitecto trabalha? Sabemos que gere um número complexo de solicitações, das exigências peculiares do cliente às limitações geológicas do terreno, passando pelo autoritarismo dos regulamentos e pela subjectividade do mestre-de-obras. O projecto é o lugar onde essa gestão ganha forma documental e a Arquitectura é o saber que permite operar o projecto.
Mas como é que se cartografa esse saber? Como é que ele é composto? Como é que ele se constrói?

A apresentação do livro vai ter lugar em Guimarães, no recém inaugurado Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura, CAAA em Guimarães. (como chegar?).

Saiba mais sobre o livro em www.dafne.pt e encomende-o por via postal através desta página.

No dia 16 de Dezembro, pelas 19H00, na Fnac de Santa Catarina, no Porto, terá lugar uma conversa com os editores Pedro Bandeira e André Tavares em torno do processo de construção do livro.

O livro foi possível graças ao apoio da Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura, atríbuido no âmbito da Linha XS% da Área de Arte e Arquitectura.

 

O combate de Pousão
Fnac Santa Catarina, Porto 23 Novembro de 2011 / 18h30

23 de Novembro de 2011



REESCREVER O PÓS-MODERNO
17 e 18 de Novembro, em Coimbra, na Galeria do Colégio das Artes.

Um evento que conjuga três frentes de debate sobre esse fenómeno particular que foi o pós-modernismo.
* Um LIVRO da autoria de Jorge Figueira que reúne sete entrevistas a sete personalidades da arquitectura portuguesa.
* Um COLÓQUIO que tem como objectivo escrutinar a questão da pós-modernidade sob um olhar descomprometido.
* Uma EXPOSIÇÃO que é um ensaio visual a partir de imagens que circularam nos meios impressos em Portugal nos anos 1970 e 1980.

O programa e detalhes estão disponíveis na página NET onde também é possível proceder à inscrição no colóquio.
O evento é organizado pela Dafne Editora, comissariado por Jorge Figueira & André Tavares, o colóquio co-organizado com o CES-CCArq; teve o apoio financeiro da dgArtes e o apoio institucional da OASRN, do DARQ e da Galeria do Colégio das Artes.


HENRIQUE POUSÃO
23 de Novembro, pelas 18H30, no Porto, Fnac Santa Catarina.
Conversa em torno do livro de Vítor Silva

Académico ou moderno? A partir da pintura de Henrique Pousão, e particularmente de Esperando o Sucesso, Vítor Silva reflecte sobre os limites dos procedimentos téoricos e críticos adoptados pelo "mais promissor pintor português". A conversa vai girar em torno do livro Infância Experiência e História do Desenho (veja mais aqui).


EDUARDO SOUTO DE MOURA 
ATLAS DE PAREDE, IMAGENS DE MÉTODO.
8 de Dezembro pelas 18H00 em Guimarães, no CAAA. 

O livro aborda a questão da imagem e da sua presença na metodologia de trabalho do arquitecto, tomando como ponto de partida o universo visual Eduardo Souto de Moura. Reúne textos originais elaborados por Philip Ursprung, Diogo Seixas Lopes, Pedro Bandeira e do próprio Eduardo Souto de Moura. A edição foi coordenada por Pedro Bandeira e André Tavares e o objecto desenhado pelo designer João Faria.

Saiba mais sobre o livro em  www.dafne.pt  e encomende-o por via postal através desta página.

«O combate da pintura», Henrique Pousão, Estudo com duas figuras, 1879.

 

Reescrever o Pós-Moderno
Sete entrevistas & não só...

17 de Novembro de 2011



Por ocasião do lançamento do livro Reescrever o pós-moderno, que publica sete entrevistas de Jorge Figueira a alguns actores da arquitectura portuguesa, vai ser organizado em Coimbra um colóquio e uma exposição com o objectivo de, sob um olhar descomprometido, escrutinar a questão da pós-modernidade.

No contexto português, a dimensão lúdica e festiva do pós-moderno assinalou a clivagem entre a filiação a tendências internacionais e a tentativa de circunstanciar a prática nos processos de emancipação portuguesa no pós 25 de Abril.

Afinal, após a maturação dos anos 60, os processos transformadores dos anos 70, a euforia dos anos 80, o que sobra do pós-moderno? E como se poderão, hoje, compreender e digerir os seus argumentos, imaginários e práticas?

O colóquio, organizado por Jorge Figueira e André Tavares numa parceria da Dafne Editora com o CES-CCArq, terá três momentos distintos. O primeiro revisita, através de alguns autores comprometidos com as actividades pós-modernas, alguns momentos chave do teatro, cinema e arte. O segundo constrói um olhar crítico a partir de uma visão posterior ao momento quente. A conclusão terá a forma de um balanço em torno da cena internacional.

A exposição, também organizada por Jorge Figueira e André Tavares, terá lugar na Galeria do Colégio das Artes e estará patente até 18 de Dezembro.

Consulte o programa do colóquio e saiba mais informações sobre a exposição e o evento na página Reescrever o Pós-Moderno .

Organização: Dafne Editora CES-CCArq Apoio financeiro: dgArtes Apoio institucional: OASRN / dARQ Colégio das Artes 

Saiba mais sobre o livro em www.dafne.pt e encomende-o por via postal através desta página.

Ilustração de Jorge Silva in Contraste, n.º 1, 2 de Outubro, 1987.

 

O princípio, o fim e hoje
Sebentas de História da Arquitectura Moderna

11 de Outubro de 2011



Porque é que não convém a um arquitecto confundir Jan Van Eyck com Aldo Van Eyck? Talvez não entre água pelo telhado, mas a consciência crítica com que manipula as ferramentas do seu saber – a Arquitectura, espera-se –, não será a mesma. E sabemos o que pode acontecer aos condutores distraídos.
Claude Nicolas Ledoux era um doce, ou, pelo menos, tinha um nome doce. Insistimos na eventual utilidade de saber, hoje, o que fez Ledoux. Porque se Jan Van Eyck marcou um campo na modernidade clássica determinante para as práticas arquitectónicas, reinventando os sistemas de representação do espaço na pintura e alterando a posição dos homens na relação com as formas construídas, Ledoux esticou os sistemas de representação a tal ponto que, segundo algumas teorias, abriu o caminho para a nossa modernidade.
Uma utilidade possível é compreender que as angústias do passado, assim como as do presente, não se viveram em vão. Brunelleschi lutou furiosamente para ser reconhecido como o autor da sua obra. E Alberti codificou esse estatuto com palavras que perduraram séculos. Esse esforço ainda nos é útil hoje, apesar da nuvem informática e da euforia mediática o ameaçarem. Ou será que o passado foi em vão? 

TERÇA-FEIRA, 11 de Outubro pelas 22 horas no cinema Passos Manuel.
Sessão de lançamento de dois livros da colecção Sebentas de Historia da Arquitectura Moderna, o n.º 1 (finalmente) e o n.º 23 (o último) da colecção da autoria de Domingos Tavares. 

Apresentação da editora, do autor, da colecção e dos dois livros por André Tavares.

Organização: Dafne Editora Apoio: Passos Manuel Apoio Institucional: OASRN Esta festa é parte integrante da iniciativa OASRN/ARQ OUT.

Um estudante apresenta-se a Minerva que lhe indica a Grécia e a Itália, os países onde deve encontrar o mais perfeito conhecimento & gosto em arquitectura elegante. Frontispício do livro The works in Architecture of Robert and James Adam, 1778.

 

Henrique Pousão, livro de Vítor Silva
Apresentação no MNSR

2 de Junho de 2011



Depois da celebração, em 2009, do 150.º aniversário do pintor, o livro Henrique Pousão, infância, experiência e história do desenho recomeça pelo princípio, ou seja, experimenta com o olhar, à minúcia, algumas obras do pintor. 

Vítor Silva, o autor do livro, explica que a redescoberta da pintura «pode começar pelo princípio, ou seja, pela experiência do olhar, pela experimentação directa das obras. Isso obriga a admitir que a imaginação e a montagem de imagens, a releitura de documentos e de textos, a associação de ideias e de sensações, se entrelaçam ininterruptamente para configurarem hipóteses, exercícios de escrita, apontamentos e estruturas de saberes.
Essas associações não podem ser deduzidas ou inferidas pela demonstração de um método, mas são implicadas pela condição de abertura que as próprias obras nos oferecem.»

A apresentação do livro terá lugar no Museu Nacional Soares dos Reis, quinta-feira dia 2 de Junho pelas 18H30, numa conversa comRaquel Henriques da SilvaMário Bismarck e Vítor Silva, perante as obras de Henrique Pousão.


Saiba mais sobre o livro em  www.dafne.pt e encomende-o por via postal através desta página.

& ainda...
No dia 6 de Junho, segunda-feira pelas 18H30, o livro Arquitectura em Público será o mote para um debate entre Pedro Gadanho, Nuno Grande e Álvaro Domingues, no Auditório da Feira do Livro do Porto. 
Depois dos debates de apresentação e da própria notícia do Público, ficam aqui registo de algumas recensões críticas e debates que o livro já suscitou, no Punktophone, na revista arq.a e nos blogues shrapnel contemporary e quando as catedrais eram brancas.

 

Reconhecimento Prémios FAD

6 de Maio de 2011



Graças à «continuada faina editorial, rasgo e iniciativa, particularmente em tempo de dificuldades económicas» e depois de ter sido finalista em 2008, com o livro Os fantasmas de Serralves , de André Tavares, e de ter sido objecto de uma menção especial do júri em 2009, o júri dos Prémis FAD de Pensamento e crítica de arquitectura quis «aderir aos veredictos dos anos anteriores do prémio e CONTINUAR A RECONHECER as trajectórias editoriais» da Fundación caja de arquitectos, da Lampreave Editiones e, claro, daDafne Editora.

Um reconhecimento que nos dá alento. Um dia haveremos de trazer a taça do Pensamento e Critica Ibérica para as águas frias da costa atlântica.

O júri, constituído por Manuel Gausa, Pau Solà-Morales e Javier Mozas, decidiu atribuir o prémio ex aequo ao Catálogo de la exposición laboratório Gran Vía, comissariado por Iñaki Ábalos e editado pelaFundação Telefónica e ao livro Collective Architectures, Arquitecturas Colectivas, publicado pelas Ediciones VIBOK.

Nesta edição do prémio, em português, foi finalista do prémio o livro de Nelson Mota, A arquitectura do quotidiano, publicado pela e-darq, considerado «um estudo meticuloso do espaço domestico da arquitectura corrente do Porto, na mudança do século XIX para o século XX, que revela as ambiguidades da arquitectura burguesa e põe em evidencia o fio que da continuidade à historia».


Não deixe de visitar a barraquinha dos livros de arquitectura na feira do Livro de Lisboa, ate 15 de Maio. Sábado dia 7 de Maio, haverá uma sessão de autógrafos com os autores dafnianos Domingos Tavares e Álvaro Domingues.

 

A Dafne vai à Feira
Lisboa : 28 Abril a 15 Maio 2011

28 de Abril de 2011



Numa organização conjunta com a editoras Argumentum e Blau, a Dafne vai participar na edição deste ano da Feira do Livro de Lisboa, no stand D06, segundo consta.

A feira vai decorrer de 28 de Abril a 15 de Maio, no Parque Eduardo VII, como habitualmente. Já sabemos, há que ultrapassar todas as gigantescas editoras e corredores internimáveis de livros apetitosos, mas lá estarão juntos e ao vivo os nossos queridos livros. E não só, podem também encontrar-se livros de arquitectura publicados em Portugal que nem sempre se encontram nas livrarias, como é o caso dos livros da editora portuense ed-Faup, da coimbrã e-darq e outras publicações de associações independentes que têm vindo a animar o panorama da edição da arquitectura em português, como a Circo de Ideias, a Dados Favoritos ou o projecto Duas Linhas.

Estão previstos vários acontecimentos imprevistos, mas está garantida uma sessão de autógrafos Dafne pelos seus autores mais populares. No dia 7 de Maio, a partir das 17h30, o stand contará com a presença de Domingos Tavares, autor do livro Francisco Farinhas e da colecção Sebentas de História da Arquitectura Moderna, e de Álvaro Domingues, autor do best seller sem igual A Rua da Estrada.

 

Hans Belting e Georges Didi-Huberman
Dois livros da colecção Imago

14 de Março de 2011



A Dafne Editora em parceria com o projecto Imago, tem o prazer de apresentar as duas primeiras traduções em Portugal de obras de Hans Belting e Georges Didi-Huberman.

Em O que nós vemos, O que nos olha de Georges Didi-Huberman, traduzido por João Pedro Cachopo e Golgona Anghel, é convocada uma vasta constelação de referências teóricas e filosóficas (Benjamin, Freud, Lacan, Fédida, Merleau-Ponty e Derrida), artísticas e literárias (escultura tumular do Antigo Egipto e da Idade Média, Fra Angelico, Beckett, Joyce, Dante e Kafka), para propor uma antropologia dos "objectos" de Donald Judd, Robert Morris e Tony Smith, capaz de dar conta da inquietante intensidade e da dimensão de sentidos que os constituem. 

A verdadeira imagem, de Hans Belting traduzido por Artur Morão, percorre um outro caminho. No quadro da sua antropologia da imagem, onde se constituem como parâmetros essenciais a imagem, o corpo e o suporte das imagens, Hans Belting confronta fontes relevantes com breves episódios históricos e imagens como a Santa Face de Cristo, a Verónica ou o retrato de Lutero. Assim se exploram, com grande minúcia teórica, as férteis consequências heurísticas desse choque, com consequências relevantes para a nossa contemporaneidade. 

Saiba mais sobre os livros em www.dafne.pt e encomende-os por via postal através desta página.

JACQUES RANCIÈRE, HANS BELTING Moderação, MARIA FILOMENA MOLDER
MESA REDONDA. CULTURGEST. Grande Auditório. 17H30. 
Entrada gratuita. Levantamento de senha de acesso 30 minutos antes do início da sessão, no limite dos lugares disponíveis. Máximo: 2 senhas por pessoa. Tradução simultânea em português / francês / português.

Comissariado João Francisco Figueira, Marta Mestre, Vítor da SilvaColaboração Goethe-Institut Portugal, Ambassade de France au Portugal, Institut Franco-Portugais Agradecimentos José Luís Neto.

Mais informações no endereço Culturgest.

José Luís Neto, da série July 1984 (2010) (pormenor)

 

Arquitectura em Publico, novo livro de Pedro Gadanho
...nas páginas de um jornal português

22 de Fevereiro de 2011



A afirmação da arquitectura portuguesa através da mediatização revelou-se uma boa metáfora para explicar como os media de massa acolhem, digerem, ampliam, apropriam e finalmente deitam fora qualquer assunto que sirva para captar a atenção e o share. Este livro é sobre a forma como o campo arquitectónico adquiriu pujança, como se reflectiu e como acabou por ser escrutinado na esfera pública. Mas podia falar-se de arte, culinária, futebol ou qualquer outra coisa.

Apresentação do novo livro de Pedro Gadanho e sessão de debate em torno da mediatização da arquitectura e das suas práticas críticas e consequências práticas.

PORTO. 22 Fevereiro, 22H00, Cinema Passos Manuel.
Apresentação do livro & debate com Jorge Figueira, Paulo Varela Gomes, Pedro Costa.

LISBOA. 26 Fevereiro, 18H00, Livraria Fábrica do Braço de Prata.
Apresentação do livro & debate com Nuno Portas, Pedro Barreto e Isabel Salema

Saiba mais sobre o livro em www.dafne.pt e encomende-o por via postal através desta página.

 

O último Opúsculo, «Autorismos», de Pedro Baía

15 de Fevereiro de 2011



Quando, em 2007, se abriu a colecção Opúsculos, caracterizámos um Opúsculo, como uma pequena construção literária sobre arquitectura: um ensaio nunca publicado, um texto que sempre se teve a ambição de escrever e nunca se levou a cabo por falta de oportunidade, uma ideia expressa noutra circunstância de um modo condicionado. Dissemos até que poderia decorrer de outro formato mais desenhado, colorido ou exótico.

Conseguimos publicar, de 15 de Fevereiro de 2007 a 15 de Fevereiro de 2011, um conjunto significativo de autores, dos mais consagrados a estreias promissoras. Ainda não foi possível fazer o exercício a que nos propusemos à partida, percorrer de forma desordenada diferentes sensibilidades e posturas para descortinar valores comuns ou constatar a impossibilidade de coordenar e encontrar linhas de coerência entre diferentes autores. Vamos agora começar a preparar «O livro dos Opúsculos», esperando que seja um momento oportuno para aferir novas possibilidades.

É verdade que hoje é dia 18 de Fevereiro, e não 15, mas estas imprecisões da escrita e do tempo foram também um espaço de descoberta e de encontro com registos originais de fixar as ideias dos arquitectos e da cultura arquitectónica. Aliás, o Opúsculo que encerra a colecção é uma expressão clara desse sentido informal e livre, onde a ironia é explorada no limite e se abre campo a um novo entendimento das coisas. É verdade que é um limite perigoso, os Opúsculos já deram lugar a reacções tensas e a insultos épicos por parte de leitores menos disponíveis.

Mas ainda não é tempo de balanço, apresentamos por agora o nosso último Opúsculo com a franqueza e o prazer com que apresentámos todos os outros e aguardamos pela recepção crítica à colecção. 

Catálogo de Opúsculos

[por razões técnicas os opúsculos têm de ser descarregados através do catálogo de opúsculos e não directamente deste email : download gratuito]

NA PRÓXIMA SEMANA

22 Fevereiro, 22H00, Cinema Passos Manuel, Porto.
Apresentação do livro Arquitectura em Público, de Pedro Gadanho & debate com Jorge Figueira, Paulo Varela Gomes, Pedro Costa. 

26 Fevereiro, 18H00, Livraria Fábrica do Braço de Prata, Lisboa.
Apresentação do livro Arquitectura em Público, de Pedro Gadanho & debate com Nuno Portas, Pedro Barreto e Isabel Salema.

(AT/PB)

 

Agitação Crítica na Dafne Editora

1 de Fevereiro de 2011



A Dafne vai entrar num período de grande agitação e actividade. Até Março está prevista a publicação de 4 novos livros.
O primeiro sinal será no próximo dia 16 de Fevereiro, pelas 18H30, na livraria Pó dos Livros, em Lisboa. O livro de Jacques Rancière,Estética e Política, será o mote de uma conversa entre Miguel CardosoManuel Deniz e Vanessa Brito.
O debate em torno deste primeiro livro da Colecção Imago servirá para abrir o apetite para o evento de 14 de Março, Imagens/Imagens, que terá lugar na Culturgest e reunirá Jacques Rancière, Hans Belting e Georges Didi-Huberman. Nessa data serão publicados mais 2 livros Imago, O que nós vemos, o que nos olha de Didi-Huberman e A verdadeira imagem de Hans Belting. 

A 22 de Fevereiro, no Passos Manuel, no Porto, e a 26 de Fevereiro, em Lisboa, será apresentado o livro Arquitectura em Público, de Pedro Gadanho, em duas sessões de debate em torno da mediatização da arquitectura e das suas práticas críticas e consequências práticas. 
E como se não fosse bastante, tudo leva a crer que em Março seja lançado um livro de Vítor Silva sobre o pintor Henrique Pousão,Infância, Experiência e História do desenho, onde o autor se livra à descoberta exaustiva das imagens de Pousão. 

Nada como a crise para espevitar as almas. Não hesite, compre os belos livros da Dafne Editora



AGENDA: 
16 Fevereiro, 18H30, Livraria Pó dos Livros, Lisboa. 
Conversa entre Miguel Cardoso, Manuel Deniz e Vanessa Brito sobre o livro Estética e Política. 

22 Fevereiro, 22H00, Cinema Passos Manuel, Porto.
Apresentação do livro Arquitectura em Público, de Pedro Gadanho & debate com Jorge Figueira, Paulo Varela Gomes, Pedro Costa. 

26 Fevereiro, 18H00, Livraria Fábrica do Braço de Prata, Lisboa.
Apresentação do livro Arquitectura em Público, de Pedro Gadanho & debate com Nuno Portas, Pedro Barreto. 

14 Março, 17H30, Culturgest, Lisboa.
Colóquio Imagens/Imagens, com Jacques Rancière, Hans Belting e Georges Didi-Huberman.

 
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