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Regresso ao Passado
Opúsculo de Paulo Moreira

10 de Dezembro de 2009



Já conhecemos a história de se procurarem no lugar as pistas e motivações para o projecto de arquitectura. E se nos enganarmos no lugar que encontramos para o projecto? E se nesse encontro, mediado pela história acidental e autobiográfica do arquitecto, o lugar se transformar e mudar de oceano dentro do mesmo continente?

Este é um opúsculo de projecto, onde o autor, português em Londres, nos descreve o processo de projecto para uma escola em Angola, através de uma viagem a Moçambique, que começou no Porto. Será que o mundo está de pernas para o ar? Ou será que sempre esteve e que apenas agora começamos a mudar a nossa perspectiva? Poderá parecer demasiado confuso, mas bastará ler este opúsculo para compreender que as coisas são bem mais simples e ricas do que parecem.

Catálogo de Opúsculos

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Pietro Lombardo
Nova Sebenta de História

3 de Dezembro de 2009



Quem não se rende ao charme de Veneza? E quanto desse encanto não se fica a dever às obras de Mauro Codussi e Pietro Lombardo? A mais recente Sebenta de História da Arquitectura explora as práticas e as obras dos arquitectos que deram forma ao renascimento no Norte da Itália.

Este é o décimo quinto volume da colecção da autoria de Domingos Tavares. Tal como as outras sebentas, este pequeno livro é concebido com simplicidade e economia para ser rijo e resistente nas mãos dos leitores. 

O livro já se encontra em algumas livrarias (poucas, as melhores...) e pode ser facilmente adquirido através da página Internet da Dafne. Quando estiver ultrapassada a complexa fúria que a vizinhança do Natal imprime às livrarias, em Janeiro, o livro será objecto de duas apresentações públicas.

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Quem anda a enganar quem?
Opúsculo de Susana Lourenço Marques

12 de Novembro de 2009



Seria realmente verdade? Ou estavam apenas a fingir? 
Teremos de ler o novo opúsculo para desvendar o mistério. 

Catálogo de Opúsculos

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Arquitectura, escrita e voo
Opúsculo de Pedro Bismarck

14 de Outubro de 2009



Até que ponto pode ser partilhada a construção de sentido que os arquitectos operam na sua disciplina? Esta era uma das perguntas enunciadas no ciclo de conversas Arquitectura à letra que a Dafne organizou em Maio passado. Este opúsculo é um ensaio de resposta a essa pergunta.

Separando as águas da teoria e da crítica, Pedro Bismarck defende um espaço de criação poética que, partindo das matérias que constróem os edifícios, abre caminhos à superação da realidade. O real começa no imaginário e a escrita é um ponto de partida para a descoberta. A inversão da pergunta justifica-se, numa forma de devaneio literário: será que a escrita nos pode suspender sobre a realidade? 

Catálogo de Opúsculos

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Opúsculo Entre Casa e Cidade

9 de Setembro de 2009



Depois de alguns meses de repouso a colecção Opúsculos já tem disponível um novo número, da autoria de António Baptista Coelho 

É dado assente que um dos objectivos da arquitectura é construír espaços para o Homem habitar. E o bom senso faz desejar que essa construção seja um contributo positivo para a vida do indivíduo, do seu grupo social e da sociedade em geral. Com tantos indivíduos a construir formam-se cidades. Porque razão será que essa construção tende à deshumanização? Porque será que se constrói, tantas vezes, tão mal? Serão realmente inevitáveis todos os conflitos que decorrem da construção das casas dos homens e das cidades?

Este Opúsculo não procura respostas para estas perguntas. Com um sentido francamente positivo, procura definir, a partir da construção de habitação colectiva de promoção pública, em Portugal e nos últimos 20 anos, princípios de boas práticas úteis para a concepção do projecto de arquitectura e a construção da cidade.

Desembarcar Opúsculo 18 | Catálogo de Opúsculos

Cooperativa de Habitação Económica do Funchal, Coohafal, arquitecto Guilherme Barreiros Salvador, Madalena, Funchal, 1988.

 

Prémios FAD 2009
Menção Especial à Dafne Editora

17 de Junho de 2009



A Dafne está feliz. Os seus livros foram objecto de uma Menção Especial pelo júri dos Prémios Ibéricos de Pensamento e Crítica de Arquitectura FAD 2009, «pelo cuidado das suas edições, quase intemporal, e a selecção de temas diferentes dos que se manejam e dominam a actualidade.»

O prémio foi atribuído ex aequo a dois livros da editora catalã Fundación Caja ArquitectosEl despertar de la materia. Aalto, Eisenstein y Proust da autoria de Adelaïde Caters e La arquitectura del cine. Estudios sobre Dreyer, Hitchcock, Ford y Ozu de Manuel García Roig e Carlos Martí Arís.

Os prémios FAD são atribuídos por uma associação catalã que «agrupa e apoia os profissionais e instituições que intervêm na concepção do espaço no seu sentido mais amplo». 

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Lançamento do livro Biagio Rossetti & Arquitectura à Letra

20 de Maio de 2009



Hoje vai ser apresentado o número 6 da colecção Sebentas de História da Arquitectura Moderna. A festa vai acontecer na Fnac de Santa Catarina, no Porto, pelas 18h15, por ocasição da primeira conversa do ciclo Arquitectura à letra

O livro Biagio Rosseti, urbanismo renascentista, da autoria deDomingos Tavares, concentra-se na história de Ferrara, cidade italiana que, no final do século XV, desenvolveu a primeira experiência de planificação urbanística da Idade Moderna. Biagio Rossetti, o arquitecto simbolo dessa operação, assumiu a perfeita coincidência do valor da arquitectura enquanto instrumento de desenho urbano. São precisamente esses processos de transformação da disciplina que são apresentados a partir da vida e obra de Rossetti.

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Arquitectura à letra : Hoje
Porto, Fnac Santa Catarina, 18h15.

20 Maio : Escrita
Como se pode criar um argumento a partir da arquitectura? 
Como é que um arquitecto se transforma em escritor? 
Até que ponto essa construção de sentido pode ser partilhada?

Debate com Manuel Mendes, Pedro Bismarck, Pedro Baía.

Ferrara, Loggia da Praça, 1499.

 

Arquitectura à letra
Ciclo de 3 debates sobre escrita e livros

19 de Maio de 2009



20 e 27 de Maio, 3 de Junho
Fnac Santa Catarina, Quartas-feiras, 18h15

Segundo várias opiniões os arquitectos não gostam de ler.
Preferem ver. Será verdade? A história da arquitectura é assinalada por momentos literários inigualáveis. Se os Quattro Libri de Andrea Palladio são um magnífico catálogo de modelos (onde os desenhos dispensam a leitura), o tratado de Alberti é uma peça literária que ensina a construir sem gastar uma imagem. Rem Koolhaas e Aldo Rossi, cada um à sua maneira entre a Autobiografia Científica e a Nova Iorque Delirante, construíram peças literárias cuja qualidade da escrita se prolongou no alcance disciplinar e efeito cultural das propostas arquitectónicas subjacentes.
Independentemente dos gostos, que há muitos, o livro de arquitectura é um instrumento basilar da cultura contemporânea. Será para servir com mais ou com menos letras? Será necessário forçar os arquitectos a lerem livros de arquitectura? E se não lêem, como será possível editar?
A Dafne Editora organiza este ciclo de debates para procurar estabelecer um balanço possível sobre a relação entre os arquitectos e as letras que habitam os livros.

20 Maio : Escrita
Como se pode criar um argumento a partir da arquitectura? 
Como é que um arquitecto se transforma em escritor? 
Até que ponto essa construção de sentido pode ser partilhada?

Debate com Manuel Mendes, Pedro Bismarck, Pedro Baía.

Seguido de lançamento do livro 
Biaggio Rossetti, Urbanismo renascentista de Domingos Tavares.


27 Maio : Edição
Como se desenha a forma de um livro? 
Como se articulam os conteúdos que os caracterizam? 
Como se constroem as ficções que os alimentam?

Debate com Rui Silva, Susana Lourenço Marques, Pedro Gadanho.

Seguido do lançamento do 1.º volume do bookazine 
Beyond, Short Stories on the Post-Contemporary.


3 Junho : Uso
Como se pode ler um livro? 
Que estratégias para provocar a leitura? 
Porque não há crítica da literatura arquitectónica em Portugal?

Debate com Nuno Brandão Costa, Godofredo Pereira, Jorge Figueira. 

Os debates, seguidos por um amável beberete aperitivo, serão
moderados por André Tavares.

Para efeitos de Admissão na Ordem dos Arquitectos, cada sessão do ciclo de debates equivale a 1 crédito de "Formação Opcional em Matérias de Arquitectura".

 

Novela Bufa do Ufanismo em Concreto
Fnac Santa Catarina, Porto, 17h00

8 de Março de 2009



Só quem esteve no Passos Manuel no passado dia 18 é que sabe como foi. Para os que não foram ao debate de apresentação da mais recente publicação da Dafne, resta agora a oportunidade de assistir a uma sessão de apresentação do livro, pelo autor, num próximo Domingo à tarde.
Será uma oportunidade especial para esclarecer algumas das dúvidas intrigantes que o estranho título deixa em aberto.

Desastre na Gameleira, Belo Horizonte. (c) Diários Associados.

 

Opúsculo fenomenológico
A beleza invisível das coisas, por Miguel Marcelino

27 de Fevereiro de 2009



Não há dúvida. O sucesso de uma arquitectura que privilegia as emoções tem feito ressuscitar a operatividade da crítica fenomenológica. Essa crítica, durante algum tempo afastada da ribalta pelo primado da razão e pela valorização do método, tem ganho um espaço cada vez maior nos modos de pensar a arquitectura e o próprio projecto.

Este opúsculo trilha esses caminhos da descoberta directa e atenta do mundo das coisas. Procura, numa tensão inevitável entre os processos de domesticação da experiência e a eloquência da experiência física, cartografar coordenadas operativas para o fazer da arquitectura. Será possível?

Mesquita Catedral Córdoba

 

Novela Bufa do Ufanismo em Concreto
Passos Manuel, 22h00

18 de Fevereiro de 2009



Dia 18, quarta-feira, Passos Manuel, 22H00
Apresentação do novo livro da colecção Equações de Arquitectura e debate com André Tavares, Álvaro Domingues e Ana Vaz Milheiro

A Arquitectura Moderna no Brasil tem fascinado gerações. Seja pelas curvas e contracurvas que fazem a natureza invejar as formas construídas pelo Homem, seja pelas proezas técnicas e construtivas de edifícios arrojados ou, quem sabe, pelo fascínio em que o clima tropical envolve as obras que nos comovem. O certo é que a arquitectura brasileira provoca grandes entusiasmos e paixões.

O livro que vai ser lançado no Passos Manuel resulta de um texto escrito no Brasil, em São Paulo, e procura no caldeirão das peripécias quotidianas as coordenadas culturais e ideológicas do primeiro momento de afirmação moderna da arquitectura brasileira (entre 1914 e 1943). O betão armado, a que se chama concreto no Brasil, é a tecnologia que motiva a descoberta dos meios através dos quais os arquitectos e a sociedade foram inventando novas formas de afirmar o brasileirismo. O ufanismo, manifestação de um orgulho desmedido e, até, um pouco despropositado, é outro mecanismo que acelera esta viagem aos argumentos da construção de uma identidade para a arquitectura moderna brasileira.

Para além de arquitectos como Lucio Costa ou Le Corbusier, inevitáveis personagens centrais em livros sobre arquitectura no Brasil, este livro concentra-se nas relações que outras figuras do mundo da engenharia e da literatura – como Ricardo Severo, Joaquim Cardozo, Monteiro Lobato ou Blaise Cendrars – estabeleceram com o universo dos arquitectos. Esse novelo de personagens conta com a participação especial do Sacy Pererê. 

A Dafne convida todos os seus amigos e curiosos a estarem presentes e a contribuirem para a animação da festa. 

 

Mais uma Sebenta: Louis Le Vau
Apresentação de Domingos Tavares

29 de Janeiro de 2009



Louis Le Vau foi o arquitecto do Rei Sol. 
Nasceu sobre o Sena, no centro das obras de urbanização da ilha de S.Louis de Paris. A sua opera prima, o palácio de Vaux-Le-Viconte, transformou-o no arquitecto de Versalhes, do Louvre e das grandes reformas urbanas de Paris no século XVII, depois de ter sido cooptado como arquitecto do ministro Mazarino e de Louis XIV.

Na próxima sexta-feira, dia 23 de Janeiro, pelas 22h00, o numero 17 da colecção Sebentas de História da Arquitectura Moderna, livro da autoria de Domingos Tavares que apresenta o arquitecto Francês, vai ser lançado na livraria Gato Vadio, na Rua do Rosário, 281, no Porto.

A Dafne convida todos os amigos, leitores e curiosos a estarem presentes em mais um lançamento. Espera-se uma soirée cuja informalidade e simpatia façam inveja ao luxo faustoso e desmesurado do barroco francês.

Louis Le Vau (1612-1670) (c) RMN, Paris

 
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